Calatéia tigrina

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Nome científico: Calathea tigrina
Nomes populares
: Calatéia tigrina, Maranta tigrina

Família: Marantaceae
Clima: Tropical e subtropical. Não gosta de climas muito frios.
Origem: Brasil
Altura: 0,3 a 1m
Luminosidade: Meia sombra, podendo receber o sol das primeiras horas da manhã.
Ciclo de Vida: Perene
Descrição: Planta herbácea que forma rizomas, folhas ovais, coriáceas, com parte inferior arroxeadas e parte superior verde claro com desenhos marrom-esverdeados. O pecíolo sai diretamente do rizoma e as flores são pequenas, brancas, em forma de espiga, sem muito destaque. Floresce no verão.
Local de cultivo: Tanto em vasos como em canteiros, sempre evitando o sol direto ou em interiores.
Substrato: Terra com bom teor de matéria orgânica.
Água
: Regas regulares, não permitindo o encharcamento do solo.

Temperatura: Amenas, não gostam de temperaturas muito baixas.
Adubação: Anualmente com adubos orgânicos (tipo húmus de minhoca, etc). Usando NPK, prefira o 10-10-10, a cada 3 meses.
Propagação: Por divisão de touceiras, mantendo 2-3 folhas por muda.
Pragas, doenças e outros problemas: Não apresenta grandes problemas. Evitar excesso de umidade no solo pois fungos podem se instalar e gerar podridão.
Outras considerações:
– Tem natureza invasiva, grande vigor para se expandir.
– Por possuir esta característica de crescimento horizontal, ao ser usada em fontes, precisa receber podas ocasionais para que as folhas não encostem na água. Ou pode-se usar suportes para conduzi-la.

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Caracóis em orquídeas

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Zonitoides arboreus

Caracteristicas e biologia

Este pequeno molusco de cor marrom amarelada possui por volta de 3 mm quando adulto. O corpo, no interior do caracol, é azul escuro acinzentado. Esta praga alimenta-se das raízes grossas que saem da base e que fixam a planta ao substrato. Desta forma desestabilizam a planta e a enfraquecem, impedindo sua venda até que a infestação seja controlada e as raízes voltem ao normal. E bastam poucos caracóis para causar grandes danos. Uma grande número destes moluscos podem matar a planta.

São pragas crepusculares e noturnas sendo que durante o dia vivem embaixo de cascas ou dos potes das orquídeas. Seus ovos são depositados no substrato. Encontram o ambiente ideal para seu desenvolvimento em substratos de cascas. Seus danos não se restringem a lesões nas raízes, mas também a entrada de fungos nocivos através destas lesões. A forma mais comum de infestação é pela compra de plantas com substratos infestados (principalmente aqueles que contém cascas e fibras de coco ou xaxim). Também adubos orgânicos (como o bokashi) podem conter ovos.

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Ovos não passam de 1 mm – Foto da US Pacific Basin Agricultural Research Center

Muitas vezes deixam uma trilha prateada por onde se locomovem. Quando as encontramos no orquidário ou nos vasos é sinal de alerta, pois poderemos ter problemas com as orquídeas. Estas criaturas são hermafroditas, assim cada indivíduo é apto a colocar ovos. Em ambiente de laboratório podem durar até 2 anos. Mas ninguém sabe ao certo quanto tempo duram externamente, na natureza. Os mais jovens são identicos aos adultos, apenas menores e com tons mais claros. Um caracol pode botar até 300 ovos, em lotes de 10 a 50 cada. Eclodem em aproximadamente 2 semanas. Os ovos são brancos e muito pequenos (cerca de 1 milímetro)

Formas de controle

defensivos químicos – Produtos a base de metaldeídeo, fosfato de ferro e methiocarbono são os indicados no mercado. São produtos tóxicos e mesmo aqueles mais fortes demoram muito tempo para erradicar caracóis. Principalmente o metaldeídeo é muito tóxico para mamíferos (pessoas, animais de estimação e a vida selvagem)
formas naturais – É importante dificultar a vida dos caracóis. Eliminando as condições apreciadas ṕor eles terão dificuldade em sobreviver. Caracóis (e lesmas também) gostam de umidade e locais de abrigo. Devemos remover acúmulo de detritos orgãnicos, manter o jardim limpo, sem ervars daninhas. Os caracóis abandonam até as fontes de alimento se a situação de vida estiver inóspita. A catação manual, se o orquidário não for muito grande, pode ser uma alternativa. Eles adoram alimentos como batata doce ou chuchu. Pode-se cortar pequenos pedaços de chuchu e colocar nos vasos, no fim da tarde. À noite e no amanhecer verifica-se as iscas. Os caracóis são recolhidos e colocados em uma solução salina. É um trabalho de paciência mas eficiente.Uma isca considerada eficiente tanto para caracóis como lesmas são recipientes postos em locais estratégicos com cerveja.
inimigos naturais Não existem predadores típicos mas sabe-se que aves domésticas, alguns pássaros, rãs e até besouros os inclui no cardápio.
a cafeína – Segundo pesquisa do US Pacific Agricultural Center (Havaí) publicado no jornal Nature, foi descoberto que soluções de cafeína são efetivas em exterminar ou repelir lesmas e caramujos quando aplicados às folhagens ou substrato das plantas. Especificamente no Zonitoides arboreus, o batimento cardíaco é afetado gerando morte quando submetidos a soluções de 0,5 ou 2% de cafeína. Também ficou provado que a cafeína a 2% não provoca danos à folhagem de Dracena, Antúrio, palmeiras e orquídeas. Na prática, é eficiente.utilizar uma solução de água com café forte a 15% e pulverizando no vaso.

Subulina octona

Moluscos da família Subulinidae possuem conchas alongadas, fusiformes, marcadas por listras ou não. O Subulina octona tem origem asiática, apesar de algumas informações indicarem sua procedência da Africa e América do Sul tropical. Mas, devido a atividade humana, está amplamente espalhado pelo mundo. Possui uma concha pontuda (cerca de 8 mm) , com 9-10 espirais. A cor é clara, um tanto transparente, mais escura na extremidade. A ponta da concha é obtusa e a base arredondada.
Subulina

São restritas as informações sobre os danos causados por esta espécie. Mas sabe-se que em grande quantidade são prejudiciais a espécies agrícolas, incluindo orquídeas. Usualmente encontrada dentro ou abaixo de vasos de flores, entre restos vegetais em decomposição ou entre vegetação rasteira. Prefere locais úmidos, atacando hortas. Apesar de seu pequeno tamanho são moluscos muito ativos e trepadores. Esta espécie é mais importante do ponto de vista médico e veterinário, uma vez que é um hospedeiro intermediário nos ciclos de vários parasitas de animais domésticos (como gatos, cães e aves), atingindo inclusive o homem.

Pesquisas feitas pelo Departamento de Zoologia, Instituto de Ciências Biológicas, na Universidade Federal de Juiz de Fora, obtiveram várias informações:
– a Subulina octona possui comportamento gregário
– o molusco come o substrato onde se encontra, sendo os de origem orgânica aqueles que propiciam maior desenvolvimento
– existe uma relação entre o comprimento da concha, o peso corporal e o nº de ovos produzidos

Também na mesma Universidade foi desenvolvido pesquisa onde ficou evidenciado que ocorre a redução do nascimento da espécie quando aplicadas pulverizações com extratos de guaco (Mikania glomerata) e picão preto ( Bidens pilosa). Outras pesquisas também mostraram que o timol (5g/l) e a cafeína (5g/l) atuam como ovicidas e também geram mortandade em jovens em até 47%.

Bradybaena similaris

Características

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São originários da Ásia, gostando de locais úmidos e sua alimentação é herbívora. Possui 4 tentáculos na extremidade da cabeça, onde estão localizados os olhos e a boca. Também são de hábitos noturnos. Secretam um muco lubrificante que deixa um rastro por onde passam.

No caso das orquídeas, atacam as plântulas e plantas adultas, destruindo severamente brotos novos, folhas, pseudobulbos, botões florais, flores e raízes. Ou seja, este bicho tem de ficar longe do orquidário.

Controle

– eliminação de ninhos e abrigos
– uso de armadilhas com farelo de trigo e / cerveja
– Iscas comerciais à base de metaldeido. Mas como já mencionado é produto muito tóxico e deve ficar inacessível a animais e crianças
– catação manual, eliminando em água salgada ou jogando sal diretamente sobre o molusco

Orquídeas em interiores

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A chave do sucesso no cultivo de orquídeas é deixá-las crescer onde elas se derem melhor. Infelizmente, as condições no interior das residências não são aquelas que a maioria das orquídeas apreciam. As condições de crescimento nestes ambientes são limitados pela qualidade e intensidade da luz como também por umidade mais reduzida. A luz e a circulação de ar são os fatores mais limitantes.Cultivo em interiores é uma tarefa difícil e será preciso um prévio estudo, esforços e paciência da pessoa até achar todas as condições adequadas. Mas é possível encontrando a orquídea certa para o ambiente que se tem.

Receber boa luminosidade é o primeiro passo. Geralmente a proximidade das janelas é onde devem ser cultivadas. Preferencialmente voltadas para o leste mas se não há tal condição podemos usar aberturas com cortinas transparentes ou outro filtro que proteja dos intensos raios solares. Mas tanto no verão como no inverno a luz que entra pela janela de uma casa é de baixa energia, insuficiente para as orquídeas. No verão a intensidade é maior mas ainda não o suficiente. Aquelas orquídeas com alta exigência de luz irão se desenvolver melhor em um jardim, casa de vegetação ou sob um sombrite. Mas se a casa tiver um local com boa umidade, ventilação e condições de luz, aquelas orquídeas com menor exigência em luz solar poderão se desenvolver. Estas orquídeas são aquelas que aceitam baixas taxas de luz em seu ambiente natural. São as que ficam na parte inferior dos bosques ou florescem sob a proteção da copa das árvores. Dentre estas temos as Phalenopsis, Paphiopedilum, Phragmipedium, como exemplos. Onde há um pouco mais de luz alguns híbridos de Cattleyas e alguns Oncidiuns podem se dar bem.
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Ao selecionar as orquídeas deve-se pensar no espaço que ocuparão e também estudar quais delas são aptas para interiores naquela região. Uma forma de averiguar isto é contactando uma associação de orquidófilos que certamente darão indicações mais precisas. Algumas plantas também exalam aromas intensos que podem ou não serem do agrado da pessoa. Outras tem exigências particulares. Isto tudo tem de ser pensado antes.

As melhores temperaturas devem estar por volta de 15 a 25° C. Em curtos períodos suportam temperaturas extremas. Se as folhas encostarem nos vidros de uma janela aquecidos pelo sol , apresentarão queimaduras.

As orquídeas requerem umidade para seu saudável crescimento, nem tão úmido nem tão seco. A umidade varia ao longo do dia e ao longo dos meses. Em geral pode-se dizer que as orquídeas precisam de pelo menos 40% de umidade do ar. Mas se não ocorrer circulação do ar, fungos e bactérias irão aparecer. A umidade pode ser providenciada por umidificadores ou colocando recipientes com cascalhos úmidos próximos às orquídeas. Para a maioria das orquídeas, irrigue quando o substrato estiver seco. Em condições naturais, as raízes presas às árvores quando submetidas a chuvas, são logo secas pelo vento. Já em vasos, as raízes podem ficar encharcadas e apodrecerem. Boa drenagem é vital.
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Como em um ambiente existem muitos micro climas, posicione o vaso das orquídeas em vários pontos até achar o melhor. Cuide para que os vasos tenham furos em boa quantidade para a saída da água, tanto se forem de plástico ou de barro.

Mesmo se tomando todas as providências o ambiente interior ainda não ficar apto às orquídeas, pode-se recorre a tecnologia, mesmo que isto implique mais gastos. Luzes artificiais, umidificadores, ventiladores, aquecedores ou resfriadores são exemplos de recursos que podem ser usados em um ambiente de interior.

Bastante provável é o insucesso no interior das residências com plantas que requerem cuidados especiais. Evite orquídeas, neste sentido, que são de regiões de alta umidade, de elevadas altitudes com frio típico e aquelas que crescem melhor em troncos. Orquídeas que gostam deste suporte são muito difíceis para interiores.

Começar com plantas desafiadoras pode gerar frustração tanto se cultivadas dentro de casa como externamente. Deixe as orquídeas mais difíceis para depois de obter bastante experiência. No mínimo não devemos selecionar as orquídeas apenas por seu apelo atrativo. Também é possível cultivar as orquídeas externamente, trazendo-as para dentro quando em floração.

Orquídeas de fácil cultivo
– fáceis de adquirir
– florescem bem até em condições não ideais
– as flores tem boa duração
– são baratas
– não requerem situações especiais
– crescem dentro e fora de casa
– tolerantes a falta ou excesso de água

Orquídeas difíceis de cultivar
– mais difíceis de se obter
– crescem com mais dificuldade, são mais lentas e não florescem salvo em condições especiais
– muitas vezes as flores nem são tão bonitas, mas destacam-se por um aroma diferente ou uma forma bizarra
– são intolerantes a excesso ou deficiência de água, temperatura e adubação

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Asplênio

 

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Nome Científico
Asplenium nidus
Nomes Populares: Asplênio, Ninho-de-passarinho
Família: Aspleniaceae
Clima:  Equatorial, subtropical, tropical
Origem: É nativa da África tropical, da Ásia temperada e tropical e Australásia.
Altura: 20 a 60 cm
Luminosidade: Luz difusa, não tolera exposição direta ao sol, nem sombra excessiva
Ciclo de Vida: Perene
Descrição: Planta herbácea de folhas grandes, verde-claras, largas, coriáceas, brilhantes e com a nervura central escura. Estão inseridas em um pequeno caule curto. As folhas  nascem enroladas a partir da roseta central. Possui crescimento lento. É uma planta epífita que gosta de umidade e temperatura constantes, desenvolvendo-se também no solo das florestas.Tipicamente cresce sobre a matéria orgânica, coletando água e húmus na sua parte central. Suas folhas podem atingir até 1 metro, mas em media têm uns 45 cm de comprimento. Multiplicam-se naturalmente por esporos, localizados na parte inferior das folhas, na forma de linhas de coloração marrom.
Local de cultivo: Em árvores, diretamente no solo (nos locais mais sombreados do jardim) ou em vasos. É ideal para interiores. Sendo de regiões mais tropicais e de umidade elevada, esta planta não tolera bem temperaturas baixas. Em projetos de paisagismo, tanto interna como externamente, é cultivada criando composições com outras espécies. Muito usada em  jardins de inverno ou conjunto de vasos, em estilo tropical, onde o verde salienta-se com exuberância. Os Asplênios ficam lindos em casas de vegetação, associados a orquídeas, bromélias e outras plantas de floresta. A chave para asplênios saudáveis é oferecer-lhes  a umidade e o calor que necessitam. A proximidade de uma janela é um bom local para crescerem saudáveis.
Substrato: Deve ser rico em matéria orgânica, com boa capacidade de retenção de água. Uma mistura de composto orgânico, turfa e areia é um ótimo meio. Pode-se também agregar fibras, cascas de pinus , esterco curtido ou húmus de minhoca. Para não haver umidade excessiva uma drenagem com colocação de pedrinhas ou brita no fundo do vaso é fundamental.
Água: São plantas de floresta. No período de crescimento vegetativo mais intenso é preciso regar com frequência. O substrato precisa conservar-se úmido. Mas é importante irrigar apenas a terra. O centro da roseta não deve ser molhado pois facilmente apodrece. Nos períodos onde a planta está menos ativa pode-se molhar menos. Mas regra geral é bom deixar o substrato úmido.
Temperatura: Todas as espécies de Asplenium crescem bem em temperaturas normais de interiores, preferindo um mínimo de 16° e máximo de 24°. As plantas começam a sofrer com períodos prolongados de temperaturas inferiores a 13º.
Adubação: Fertilizantes líquidos de NPK, suaves, específicos para samambaias, alternados com adubos orgânicos (como húmus de minhoca). Não utilize adubos na parte central da planta. Durante a fase de crescimento ativo pode-se aplicar uma vez por mês.
Propagação: Não são fáceis de propagar e não podem ser divididas como a maioria das samambaias. A planta emite brotos na base que podem ser separados e transplantados para outro vaso. Também multiplica-se por esporos, mas já é mais demorado e trabalhoso para ser feito a nível doméstico.

Esporos

Esporos

Pragas, doenças e outros problemas: Não há problemas sérios neste sentido. Mas pode-se ter cuidado com os sintomas descritos a seguir.
Folhas queimadasquando a planta está em ambiente muito seco, muito frio, excesso de umidade ou insolação direta. No caso de ambiente seco, pode-se usar esfagno no substrato.
Nematódio das folhas – Aparecem manchas marrons perto do centro da folha, na nervura principal, espalhando-se para as bordas. Deve-se remover as folhas infectadas ou tentar matar os nematódios mergulhando a planta em água morna (não mais que 50º C) , permanecendo assim  por 10 minutos.. Lave a planta com sabão com delicadeza. Recoloque no vaso. Não irrigar por aspersão pois a água é a forma de propagação para o nematódio penetrar nos estômatos.
Manchas nas folhas– Manchas marrons ou pretas irregulares, recortadas ou circulares com bordas amareladas são causadas por fungos ou bactérias. A forma de propagação ocorre pelo uso de ferramentas sujas, pela água ou insetos. Remover as folhas atacadas, eliminando-as. A irrigação deve ser feita diretamente no solo. Pode-se usar defensivos específicos, de acordo com  as instruções.
– Podridão das raízes – Pequenas moscas aproximam-se da planta, brotos novos deixam de surgir, o solo não cheira bem e as folhas começam a ficar marrons. São típicos sintomas de excesso de umidade que ocasionam o apodrecimento das raízes. É necessário retirar a planta do vaso, cortar as raízes estragadas (bem como as folhas danificadas), lavá-las bem e colocar em novo vaso com terra nova. Cuidar para que haja boa drenagem.
Cochonilhas – São insetos que danificam uma grande quantidade de espécies de jardim, preferindo a parte inferior das folhas. Possuem uma carapaça marrom e uma vez estabelecidas, sugam a seiva enfraquecendo a planta. As folhas tendem a amarelar. Ainda secretam substâncias açucaradas que atraem formigas e criam ambiente adequado para o aparecimento de fungos causadores de manchas. Cochonilhas são combatidas com aplicação de produtos à base de óleo mineral (óleo de neem é uma possibilidade) mas, em cultivos domésticos, podem ser controlados mecanicamente. Basta estar sempre atento, observando as plantas e ao percebermos a praga, eliminamos manualmente. Um cotonete pode ser usado para esmagá-las ou com uma escova de dente umedecida podemos retirá-las.
Cochonilha farinhenta – É uma espécie de cochonilha, pequena, que produz uma cera branca para se proteger. Parecem pequenos flocos de algodão sobre as folhas, mas com um poder letal de sugá-las até que fiquem amareladas e caiam. Uma vez identificadas, deve-se isolar as plantas das demais, eliminando as partes afetadas. Ou, como na espécie anteriormente citada, eliminá-las mecanicamente. O uso de inseticidas deve ser evitado sempre que possível pois de alguma forma pode trazer prejuízos, inclusive eliminando insetos que são inimigos naturais destas pragas como a joaninha.

Outras considerações:

– Samambaias não gostam de vento, gerando queima nas folhas.
– Folhas feias ou deformadas devem ser periodicamente removidas.
– Quando percebe-se que a planta precisa de mais espaço, deve-se providenciar o transplante para um vaso com tamanho mais adequado.
– Os asplênios gostam de umidade mas evite pulverizar suas folhas pois não apreciam tê-las umedecidas. Suas folhas quando empoeiradas podem ser limpas delicadamente com um pano úmido exceto as novas que estão saindo do centro.
– Mudanças constantes de lugar acabam estressando a planta.
– Evite colocá-la em locais onde pessoas ou animais possam encostar e danificar suas folhas.
– Tendo este cuidados, sempre manterá a sua elegante beleza e será uma das plantas mais fáceis de se cultivar em casa.
– É uma planta adequada e utilizada por Iracema – fontes e orquídeas em suas  fontes de água.

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