Triguna

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Quadro de fundo: pintura em acrílico sobre tela da artista Kátia Salvi 

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Gota do céu

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Gota do céu

Era uma noite tranquila
O lago, qual um espelho
refletia a lua cheia
Nas margens
era possível ver
as copas escuras
de frondosas árvores

Então
uma gota de água
do céu caiu
gerando
uma pequena onda
que se expandiu
em círculos,
para todas
as direções

Se a mente
está serena
podemos receber
aquilo que vem do alto
e ainda emanar
para todo
o ambiente

Antiga bica d’agua

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Tecidos de luz (uma reverência às orquídeas)

Meu humilde trabalho
é descobrir e propiciar
as melhores condições,
instigá-las, chamá-las
para que se mostrem

Depois,
oitenta milhões de anos
de pura sabedoria evolutiva
nos concedem
esta linda visão

Assim também estamos nós
diante da Consciência
que tudo permeia
Se a mente serenar
como as águas
de um lago tranquilo,
sentiremos a grandiosidade,
a beleza, a paz
de apenas ser
consciência

Flor de cristal

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Visões

Não basta abrir
um caminho
no jardim
É preciso
estar atento
e mantê-lo
sempre
limpo…

As águas do lago
estão calmas
agora
Mas ao mexermos
nas profundezas
também a superfície
ficará agitada…

Cada etapa
tem sua própria
beleza
Só quem
viveu intensamente
sabe que para ser
plena flor-essência
é preciso ter sido
um dia
apenas semente…

Transmutação

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Transmutação

Quando conteúdos rançosos
há muito tempo fermentando
atingem uma pressão insuportável
a explosão é iminente

São como lavas de um vulcão
que nas câmaras subterrâneas
rasgam a rocha bruta
lançando ao céu sua imensa fúria

Assim são certos momentos cruciais
que por vezes nos deparamos,
inevitáveis, desagradáveis
mas formadores de novas situações

Manter o equilíbrio em sereno respirar,
conduzindo tanta energia
para regiões mais límpidas, luminosas
evitando a devastação nociva…

…é o que chamo transmutação

Calatéia tigrina

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Nome científico: Calathea tigrina
Nomes populares
: Calatéia tigrina, Maranta tigrina

Família: Marantaceae
Clima: Tropical e subtropical. Não gosta de climas muito frios.
Origem: Brasil
Altura: 0,3 a 1m
Luminosidade: Meia sombra, podendo receber o sol das primeiras horas da manhã.
Ciclo de Vida: Perene
Descrição: Planta herbácea que forma rizomas, folhas ovais, coriáceas, com parte inferior arroxeadas e parte superior verde claro com desenhos marrom-esverdeados. O pecíolo sai diretamente do rizoma e as flores são pequenas, brancas, em forma de espiga, sem muito destaque. Floresce no verão.
Local de cultivo: Tanto em vasos como em canteiros, sempre evitando o sol direto ou em interiores.
Substrato: Terra com bom teor de matéria orgânica.
Água
: Regas regulares, não permitindo o encharcamento do solo.

Temperatura: Amenas, não gostam de temperaturas muito baixas.
Adubação: Anualmente com adubos orgânicos (tipo húmus de minhoca, etc). Usando NPK, prefira o 10-10-10, a cada 3 meses.
Propagação: Por divisão de touceiras, mantendo 2-3 folhas por muda.
Pragas, doenças e outros problemas: Não apresenta grandes problemas. Evitar excesso de umidade no solo pois fungos podem se instalar e gerar podridão.
Outras considerações:
– Tem natureza invasiva, grande vigor para se expandir.
– Por possuir esta característica de crescimento horizontal, ao ser usada em fontes, precisa receber podas ocasionais para que as folhas não encostem na água. Ou pode-se usar suportes para conduzi-la.

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Calatéia ornata

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Nome científico: Calathea ornata sanderiana
Nomes populares: Calatéia, Maranta-riscada
Família: Marantaceae
Clima: Tropical, tropical de altitude, tropical úmido
Origem: Nativa das Guianas, Colômbia, Equador, Venezuela e Brasil
Altura: 0,3 até 0,9 m
Luminosidade: Pouca luz, gosta de sombra.
Ciclo de Vida: Perene
Descrição: Planta herbácea com folhas grandes (ovais ou lanceoladas) de verde bem escuro e linhas longitudinais róseas em ambos os lados da nervura central. Estas folhas emergem diretamente do solo, tem textura coriácea e na parte inferior são roxas. Eventualmente (com temperatura e umidade altas) a Calatéia lança inflorescências espigadas com flores de cor branca ou violeta. As raízes são rizomas fortes que em ambiente natural formam touceiras com folhas de até 2 m.
Local de cultivo: Ambientes internos e externos. Considerando que são provenientes das florestas tropicais, não devem ser expostas ao sol, sendo muito sensíveis à geada. Assim, externamente, devem ser plantadas em canteiros sombreados, com boa umidade. É bem adaptada para vasos em interiores.
Substrato: gosta de solos orgânicos com boa drenagem.
Água: É conveniente manter o solo úmido, porém sem encharcar. Excesso de umidade pode causar podridão das raízes. Pode-se fazer pulverizações regulares nas folhas para manter os níveis de umidade. Baixa umidade faz com que as pontas das folhas fiquem marrons.
Temperatura: a ideal é por volta de 22º C
Adubação: Com NPK a cada 20 dias aproximadamente, mas em pequenas quantidades. Ou com adubos orgãnicos à base de turfa, húmus de minhoca, mamona e farinha de ossos, a cada 3 meses.
Propagação: Multiplica-se por divisão de touceiras. Como a cada 2 anos será preciso trocá-las de pote, aproveita-se para dividí-las.
Pragas, doenças e outros problemas: Dificilmente ocorrem doenças a não ser por fungos quando há excesso de umidade. A aranha vermelha (Tetranychus urticae) ocasionalmente pode causar algum dano, como manchas pretas na superfície das folhas.
Outras considerações:
– Calathos em grego significa cesta. Alguns índios utilizam as folhas para a confecção de cestos, gerando o nome.
– A Calatéia possui um movimento interessante em suas folhas, ficando mais horizontais ou mais verticais para melhor aproveitar a luminosidade.
– É planta ideal para remover toxinas do meio ambiente, cumprindo assim uma função tanto de limpeza do ar como de decoração.
– É uma planta adequada e utilizada por Iracema – fontes e orquídeas em suas fontes de água

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