Amor humano

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Penso
ser o amor
algo transcendental,
impessoal, divino,
irradiante luz

Mas
é tão humano
esta falta
que o coração sente,
aquilo que nos completa,
nos preenche
e que ficou em algum tempo
numa lembrança tão distante…

Como compreender
esta misteriosa atração
que nos faz suspirar
ao leve toque da brisa?
E imaginamos
que podemos levar os pensamentos
a lugares distantes,
sussurrando a quem amamos
que sempre há um novo amanhecer
e que o amor sempre vem
em ciclos sem fim…

Nada tão humano,
mas será que não buscamos
em vão a satisfação?
Que nossas brumas
estão a esconder a harmonia
no íntimo do coração?
Acho que estou mais assim,
mas não deixo de imaginar
como seria o Sol- Lua de um
junto ao Sol- Lua do outro
Meu Sol que é teu,
tua Lua que é minha,
Sol-Sol , Lua-Lua,
nem Sol nem Lua,
mas o brilho indescritível
do amor…

Quadro de fundo: pintura em óleo sobre tela do artista Christian Wunderlich

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Camedórea

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Nome científico: Chamaedorea elegans
Nomes populares: Camedórea, Camedória elegante, Chamaedorea, Palmeira de interior
Família: Arecaceae
Clima: Palmeira de clima tropical com boa tolerância ao frio.
Origem: Florestas nativas do sudeste do México, norte da Guatemala e Belize.
Altura: De 2-3 m. Em vasos cresce proporcionalmente ao tamanho do vaso. Quando o vaso ficar pequeno é a hora de trocar por outro maior.
Luminosidade: Planta de ambientes sombreados ou meia sombra. Evite contato com o sol, bem como exposição a ventos fortes. O sol queima as folhas.
Ciclo de Vida: Perene
Descrição: Planta de agradável aparência, com folhas pinadas verde escuras dentre as quais surgem inflorescências alaranjadas. Os frutos são pequenos e escuros. O crescimento é bem lento.
Local de cultivo: Externamente na sombra. Em interiores, sempre com luz indireta, adapta-se em vários tipos de recipientes. Plantada em tufos, com várias outras mudas tem-se um efeito muito bonito.
Substrato: Utilize solos leves, bem drenados, mantendo moderada umidade. Gosta de turfa e húmus.
Água: Molhe bem a planta quando a parte superficial do solo estiver seca, até ver a água sair pelos orifícios na base do vaso.
Temperatura: Ideal – de 26 a 28ºC Mínima – 12 a 18ºC
Adubação: Mensalmente na estação de crescimento, reduzindo nos demais períodos e parando na estação fria. Aprecia adubos orgânicos.
Propagação: Principalmente por sementes na primavera. Também pode-se produzir mudas de brotos que surgem junto a base. A troca de vaso ocorre a cada 2 anos.
Pragas, doenças e outros problemas: Não ocorrem grandes problemas com esta planta mas podem aparecer cochonilhas e ácaros. Quanto a doenças pode-se citar a podridão negra das raízes e manchas fúngicas nas folhas.
Outras considerações: É uma planta que se adapta bem ao ambiente de fontes de água.

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Gota do céu

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Gota do céu

Era uma noite tranquila
O lago, qual um espelho
refletia a lua cheia
Nas margens
era possível ver
as copas escuras
de frondosas árvores

Então
uma gota de água
do céu caiu
gerando
uma pequena onda
que se expandiu
em círculos,
para todas
as direções

Se a mente
está serena
podemos receber
aquilo que vem do alto
e ainda emanar
para todo
o ambiente

Antiga bica d’agua

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Tecidos de luz (uma reverência às orquídeas)

Meu humilde trabalho
é descobrir e propiciar
as melhores condições,
instigá-las, chamá-las
para que se mostrem

Depois,
oitenta milhões de anos
de pura sabedoria evolutiva
nos concedem
esta linda visão

Assim também estamos nós
diante da Consciência
que tudo permeia
Se a mente serenar
como as águas
de um lago tranquilo,
sentiremos a grandiosidade,
a beleza, a paz
de apenas ser
consciência