Adubação de orquídeas com pó de basalto

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Pó de basalto + torta de mamona

O que é pó de basalto

Por todo o mundo os solos vulcânicos são reconhecidos como de excepcional fertilidade e produtividade. Possuem grande riqueza mineral que foram se acumulando ao longo dos séculos. O basalto é uma rocha de origem vulcânica, de cor escura e muito abundante no sul do Brasil, onde tem sido muito usada na construção civil. Quando industrialmente triturada até virar pó, pode também ser um excelente fertilizante. O pó de rocha não é agressivo ao ambiente, dissolvendo-se com certa rapidez pela ação bactérias e fungos, agindo como regenerante do solo.

Os basaltos são naturalmente formadores de solos e sua trituração e incorporação é uma aceleração deste processo de transformação. É uma matéria-prima de fácil exploração, contribuindo para uma agricultura sustentável. Este conhecimento não é novidade mas recentemente vem sendo incrementado no Brasil (especialmente no RS e SC) além de vários outros países (principalmente na Europa).

Utilização

O solo é a camada mais externa da crosta terrestre, sendo um material friável formado pela decomposição das rochas. Isto ocorre pela ação do clima (chuvas, ventos,temperatura) aliado a atuação de organismos vivos (fungos, bactérias, líquens, etc). Esta fragmentação da rocha em partículas finas é a parte mineral do solo. Também é formado por outras partes: ar, água e a matéria orgânica (fruto da decomposição vegetal e animal). Pelas diferentes proporções destas partes (conjuntamente com o clima, vegetação e topografia) temos os mais variados tipos de solo.

Assim sendo, o solo é algo muito vivo e dinâmico. Os equilíbrios existentes fazem do solo algo muito complexo. Daí a importância de um manejo correto, evitando a degradação, exaustão e desequilíbrio químico. Toda a vida vegetal e animal desenvolve-se a partir do solo, dependentes de sua fertilidade. E é neste sentido que a incorporação de rocha moída ganha importância.

O basalto tem uma riqueza mineral impressionante. Além disto tem a capacidade de recuperar solos que foram empobrecidos pela erosão, lixiviação e pela retirada contínua de nutrientes pela exploração agrícola. Normalmente, as adubações preconizadas utilizam principalmente NPK, desequilibrando o solo em micronutrientes, que são fundamentais para a saúde da planta e de quem a consome. Isto afeta todas as cadeias biológicas de uma região. Um outro fator importante refere-se a forma de liberação dos nutrientes pelo pó de basalto, que ocorre lentamente gerando efeito residual maior.

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O pó de basalto aumenta o desenvolvimento radicular

Plantas que recebem a adubação de basalto tem um desenvolvimento radicular maior, o que propicia mais eficiência na aborção de nutrientes. Isto tem um impacto altamente positivo para a planta, tornando-a mais resistente a pragas e doenças, aumentando a capacidade fotossintética e a produtividade em geral. A aplicação tanto pode ser feita para grandes lavouras como para canteiros domésticos, vasos e floreiras.

Orquídeas e o pó de basalto

O melhor aproveitamento do pó de basalto, na adubação de orquídeas, ocorre quando é misturado meio a meio com torta de mamona. A mamona é um dos mais ricos adubos orgânicos e também ajuda no combate a pragas e fungos. Utilizo uma colher de sopa da mistura a cada 3 meses, colocando em um canto do vaso. Existem empresas que industrializam este adubo, inclusive misturando tipos diferentes de rochas, sendo o basalto a principal. É conveniente que a torta da mamona em seu beneficiamento seja livre de substâncias químicas, o que garante a qualidade.

O aspecto que mais me impressionou foi a formação abundante de raízes (presença de Silício nas rochas). E sabe-se que o sistema radicular é vital nas orquídeas. É através das raiz e seu velame que os nutrientes são absorvidos. É bom deixar claro que a adubação foliar gera aproveitamento muito reduzido. O direcionamento principal tem de ser as raízes. As folhas também adquirem um verde mais vivo, a incidência de ataques fúngicos diminui e os brotos parecem mais vigorosos. É claro que minhas constatações carecem de estatística e rigor científico. Muitos fatores precisariam ser isolados. Por exemplo, tenho aplicado a cada 15 dias, uma solução pulverizada de uma infusão de cascas de cebola, alho picado e canela. Isto pode também estar contribuindo pela diminuição de podridões, manchas, etc. Mas, de qualquer forma, vou continuar testando esta mistura de mamona e pó de rocha. Inclusive vejo efeitos benéficos em outras plantas também.

Para ilustrar o poder nutricional da mistura, a torta de mamona possui de 4,5% a 6% de N, 0,7% a 1% de P e 1% de Potássio, além de alguns outros nutrientes como Ca, Mg, Cu e Zn. Já o pó de rocha é riquíssimo em micronutrientes como o Silício, Magnésio, Enxofre, Cálcio, Manganês, Ferro, Cobalto, Cobre, Zinco, Molibdênio, entre tantos outros.
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Referências

Pó de Rocha: Tecnologia de ponta – Antonio Weber – Blog Estágio sitio dos herdeiros
– Site da empresa Bonsolo
– Nutrição mineral: Conceitos básicos e avanços em nutrição e fertilização – Donizetti T. Rodrigues
– Adubação com pó de rocha é barata e ecologicamente correta – Epagri SC
– Um adubo ecológico
e nutritivo – FolhaSete on-line
– Efeito da torta de mamona como nematicida na produção de mudas de café orgânico – Janaina Lisboa , Waldênia Moura, Paulo César Lima , Rosângela Oliveira , Naylor Aguiar , Josete Pertel e Poliane Ribeiro
– Adubação orgânica – Agência Embrapa de informação tecnológica
– Rock Dust Primer –  Remineralize the Earth
– Gaia Green Glacial Rock Dust – Canada
– Why Rock Dust Is the Future of Gardening – Natural vitality
– Análise química de pó de rocha do basalto Apoteri – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – Valdinar Ferreira Melo,
Sandra Cátia Pereira Uchôa, Flávio de Oliveira Dias, Gilvan Ferreira Barbosa
– Avaliação de teores químicos na torta de mamona – Revista de biologia e ciências da terra – Volume 4, Número 2 , 2º Semestre 2004

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Adubação em orquídeas

BLC em plena floração

BLC em plena floração

O que é adubação

Adubação é a prática que visa repor os nutrientes que são retirados do solo pelas plantas e pela lixiviação. Em ambientes naturais existem sistemas bastante complexos que mantém o equilíbrio da fertilidade, pela decomposição da matéria orgânica e a participação de diversos organismos. Quando cultivamos plantas em ambientes restritos, como vasos ou outros recipientes (caso das orquídeas), precisamos tratar com muita atenção o tema adubação. Se não forem fornecidos nutrientes a esta planta, que está fora de seu habitat, seu desenvolvimento ficará muito prejudicado.

Basicamente, os adubos são de dois tipos: orgânicos e inorgânicos. Os primeiros são oriundos de material vegetal ou animal, tendo o Carbono como componente essencial em sua estrutura. Os inorgânicos procedem de componentes minerais ou são sintetizados industrialmente, na forma granulada ou líquida, com os teores definidos de cada nutriente. Não contém Carbono em sua estrutura.

O processo da absorção

A absorção de nutrientes é um processo pelo qual a planta incorpora tais elementos pela sua estrutura radicular ou foliar. Vários complexos mecanismos participam desta assimilação mineral a partir da solução do solo. Os nutrientes só podem ser absorvidos na forma iônica ou molecular. Nenhum nutriente é absorvido na forma orgânica. Precisam passar primeiro por uma etapa chamada mineralização, quando então poderá ser solubilizado, ou seja, incorporado à solução do solo.

As quantidades de cada nutriente absorvido ocorrem de acordo com a necessidade requerida para o desenvolvimento da planta. Após sua absorção cada nutriente é direcionado para os diferentes órgãos (processo chamado de translocação) via xilema (que são os vasos condutores da seiva bruta). Já a seiva elaborada é distribuída por outro conjunto de vasos chamados floema.

Vários fatores afetam a disponibilidade dos nutrientes no solo e outros substratos. Entre eles, destacam-se :
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aeração : O oxigênio é essencial nos processos biológicos oxidativos que geram energia para as células das raízes.
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temperatura : A temperatura do solo ou substrato tem um efeito nas atividades metabólicas das raízes e também afeta a mobilidade dos íons na solução do solo. Em temperaturas muito baixas, a absorção dos nutrientes sofrerá drástica redução.
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pH : A ionização dos minerais depende da concentração de hidrogênio na solução. Condições muito ácidas ou alcalinas inviabilizam a maioria dos cultivos. Não apenas na quantidade de nutrientes absorvidos mas também no tipo de íon. Por exemplo, o Fósforo é absorvido preferencialmente como H2PO4 , mas em ambientes alcalinos disponibiliza-se como H3PO4, o que não é favorável para a absorção.
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Matéria orgânica : Aumenta a capacidade de retenção de água , o que melhora a exploração do substrato pelas raízes.
 Idade das folhas e raízes : As raízes e folhas novas são mais eficientes para a absorção. Folhas velhas amareladas podem ser um indicativo deste fato (apesar que também pode ser falta de Nitrogênio).
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Luz : A luz determina uma maior ou menor abertura de estômatos para que os nutrientes possam ser absorvidos. Assim, as condições de luminosidade devem ser as mais próximas possíveis do ideal para as espécies que estamos cultivando.
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Umidade: A planta bem hidratada tem flexibilidade para abrir e fechar os estômatos. Enquanto uma planta desidratada praticamente não absorve nutrientes.

Formas preferenciais de absorção de nutrientes

Nitrogênio: Nitrato NO3– / Amônia NH4Fósforo : H2PO4– / HPO4– Potássio : K+
Cálcio :Ca++ Magnésio : Mg++ Enxofre : SO4– Boro : H3BO3 /H2BO3 Cloro : Cl
Cobre : Cu++ Ferro : Fe+++ Fe++ Manganês : Mn++ Molibdênio : MoO4— ZincoZn++

Tipos de adubos para orquídeas

Orgânicos : Vários produtos são utilizados nesta categoria de adubo. Os principais são as tortas de mamona, farinha de ossos, cinzas e estercos. Em geral são feitas formulações com alguns destes componentes. Uma bem conhecida tem 4 partes de torta de mamona, 2 partes de farinha de ossos, 1 parte de cinzas. Existem também formulações que fazem fermentações da matéria orgânica, chamadas “Bokashi” com vários tipos de componentes. Também pedras basálticas moídas junto com mamona tem sido testado recentemente. De qualquer forma, todos os adubos orgânicos liberam lentamente os nutrientes uma vez que precisam ser mineralizados para poderem entrar na solução do solo e serem absorvidos pelas raízes. Assim sendo, cada vaso deve receber 1 colher de sopa rasa a cada 3 meses. Algumas desvantagens desta forma de adubação é a acidificação do substrato com o tempo e a formação de ambiente atrativo para pragas e doenças.

adubo organomineral

Maxilaria picta : adubo organomineral – 1 colher de sopa colocada em um canto do vaso

Inorgãnicos : Também conhecidos como adubos químicos, seus componentes tem origem mineral ou derivados do petróleo. Como exemplo, pode-se citar os fosfatos, os carbonatos, cloretos entre outros. Como os nutrientes apresentam-se na forma iônica, a absorção é muito rápida. Assim, sua aplicação nas orquídeas deve ser mais frequente e em quantidades menores. São apresentados em formulações NPK , alguns com a inclusão de micronutrientes. Os adubos químicos usados normalmente na agricultura não servem para as orquídeas. É preciso formulações específicas.

Pulverizador

Pulverizador manual ideal para orquidários caseiros

Formas de adubar

Existem muitas pesquisas sobre as necessidades nutricionais em orquídeas. Assim como recomendações e formas de adubar. Mas é principalmente no tipo, na frequência e nas dosagens onde aparecem as maiores diferenças. Referente a adubação química, nos EUA, alguns aconselham adubar toda a semana (método “weakly weekly”) com quantidades variando de 25% a 50% do indicado no rótulo. Isto por 3 semanas. Na 4ª semana não aduba-se mas o substrato é lavado com água para eliminar eventuais excessos de sais oriundos das prévias pulverizações. Outros recomendam 1 vez por semana com a indicação máxima. Usando esta estratégia, o substrato precisa ser lavado mais frequentemente. Ainda alguns acham que o correto é adubar uma única vez por mês com a quantidade máxima sugerida pelo fornecedor do adubo. E fala-se até em adubações diárias com diluição 20 vezes menor que a indicada.

Afinal, o que é melhor? Primeiro é bom considerar que precisamos dar as condições mais próximas possíveis do ideal para o gênero de orquídeas que estamos cultivando. É preciso definir em que estágio de desenvolvimento a planta se encontra, a época do ano ou até mesmo as preferências do orquidófilo. Adubar toda a semana no inverno, por exemplo, será um exagero e desperdício.

O fertilizante melhor é aquele que contém NPK na proporção adequada à fase de desenvolvimento da orquídea. O nitrogênio é responsável pelo crescimento, gerando folhas e brotos vigorosos e verde exuberante. O fósforo estimula o crescimento das raízes, florescimento e formação de sementes. O potássio aumenta a resistência à doenças e melhora a qualidade dos frutos, tendo um efeito visual semelhante à aplicação de fósforo, ou seja, folhas mais verde escuras e flores de melhor qualidade.

As formulações que encontramos no mercado para orquídeas geralmente estão na proporção 1:1:1 (como a 20-20-20 ,10-10-10 ou 5-5-5), 3:1:1 (30-10-10) ou 1:3:2 (10-30-20) ou alguma outra. É bom ler o rótulo para ver se o produto contém micronutrientes, cuja importância já foi enfatizada em postagem anterior. É preciso que tais elementos sejam fornecidos. A aplicação destas formulações são sempre em diluição em água , de forma foliar e radicular. É importante salientar que os estômatos estão na parte inferior das folhas e que seu aproveitamento é limitado (pesquisas constatam que não passa de 10%). A absorção preferencial ocorre pelas raízes.

Existem também NPK granulados de liberação lenta (Osmocote, por exemplo). Cada grânulo demora 4-6 meses para a completa liberação dos nutrientes. Caso utilizados são aplicados no início da primavera.

Não se pode deixar de considerar a espécie da orquídea que estamos cultivando Algumas como as Vandas são ávidas por Nitrogênio. Os Cymbidiums não florescem ou tem qualidade inferior caso as adubações com ênfase no N (30-10-10) não sejam feitas no momento certo, qual seja, início da primavera. Os Dendrobiuns para florirem precisam ter respeitados seus períodos de repouso, sem adubação ou adubação mínima. E assim por diante.

Esquema de adubação

A melhor forma de adubar orquídeas adultas leva em consideração a fase de desenvolvimento da planta, quais sejam : floração, repouso, brotação e pré-floração.
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Floração : É o período mais exuberante onde as flores estão abertas. Não há necessidade de adubação ou, caso seja feita, precisa ser bem diluída.
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Repouso : Recomendação similar a anterior.
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Brotação : É o início de um novo ciclo, quando surgem novos brotos e raízes. O elemento mais exigido é o N, justificando a aplicação da fórmula 30-10-10 quinzenalmente.
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Pré-floração : Quando surgem as espatas ou outra evidência de que os botões florais irão se formar. Para fortalecer a floração, maiores quantidades de K e P são exigidos. Assim a fórmula 10-30-20 pode ser adotada quinzenalmente.

Início repouso

Brassolaeliocattleya no início do período de repouso, quando as flores recém caíram

Segundo Darly Machado de Campos, reconhecido orquidófilo e pesquisador, em orquidários caseiros é difícil proporcionar uma adubação levando em conta as fases de desenvolvimento da orquídea pois geralmente há várias espécies sendo cultivadas no mesmo espaço. Desta maneira, as fases ficam misturadas. Uma saída seria tentar separar as plantas por fases, critério que pode não ser tão eficiente. Uma outra possibilidade seria o uso de um adubo equilibrado, como o 20-20-20, durante todas as fases.

Já o Eng. Agr. Giorgini Venturieri da UFSC, na apostila do curso “Cultivo de orquídeas”, recomenda uma adubação em função da época do ano. Inclusive este é o esquema que estou usando atualmente aliado a uma adubação organomineral. Assim sendo:
– Químico: Primavera: 1 g/l fórmula 30-10-10
                    Verão: 2 g/l fórmula 30-10-10
                    Outono: 1 g/l fórmula 10-30-20 alternado com 30-10-10
                    Inverno: 0,5 g/l fórmula 10-30-20
As aplicações são feitas a cada 15 dias aproximadamente, pulverizadas principalmente nas raízes. Caso falte o tipo de fórmula indicada, uso a mais próxima.
A fórmula 30-10-10 é indicada para o crescimento, quando começam a surgir brotos e folhas. Na fórmula 10-30-20, o nível maior de P é para formar raízes abundante e fortes. O potássio aumenta a resistência à doenças além de acelerar o crescimento e melhorar a qualidade das flores.
– Organomineral : Composto de torta de mamona aliado a rochas basálticas moídas. Mas quanto a este adubo farei uma postagem exclusiva.

Início brotação

Laelia purpurata – início da brotação

Informações adicionais

– Molhar as orquídeas antes de adubar é uma boa prática pois propicia uma absorção melhor dos nutrientes. Segundo afirmações de vários cultivadores nos USA, as raízes das orquídeas são muito sensíveis aos sais presentes no adubo. Sempre ficam resíduos no pote e no substrato e uma irrigação preliminar limpa tais acúmulos evitando a presença excessiva destes sais na solução a ser absorvida.
– As raízes são preferenciais durante a pulverização. A absorção foliar é muito reduzida. Inclusive, se em função da umidade do ar, a evaporação for muito lenta, o tempo em que as folhas ficam molhadas podem criar condições propícias a podridões e infecções. Logo é preciso ponderar entre os benefícios e os riscos potenciais de molhar as folhas.
– No caso das Phalenopsis não se deve molhar a região central (coroa) pois é especialmente sensível ao apodrecimento.
– Quando são utilizadas cascas ou materiais orgânicos, ocorre uma decomposição destas através de microrganismos que usam grande quantidade de N neste processo. Assim, sobra menos quantidade deste nutriente para planta. Isto significa que orquídeas com substrato baseado em cascas necessitam mais N do que aquelas em outros substratos. O mercado oferece fórmulas estimulantes ricas em Nitrogênio. No entanto, pesquisas nos EUA indicam que fórmulas muito concentradas em Nitrogênio podem atrasar ou impedir a floração, dependendo do substrato que é utilizado. O tema, em relação e estes “super adubos” é bastante polêmico e divide opiniões. Estudos recentes na Michigan Sate University sugerem que a eficiência da floração ocorreria pela relação do N com o nível de Fósforo.

Referências

– What are Inorganic Fertilizers? – Dirk Huds/ ehow
– 
Absorption of water and nutrients by roots – Plants in action – University of Queensland Australia
– Absortion of mineral nutrients – Plant cell biology
– Malavolta, E. Manual de química agrícola: Nutrição de plantas e fertilidade do solo. São Paulo 1976.
– Water Quality and Fertilizer – Sue Bottom, St. Augustine Orchid Society USA
– Dinâmica de nutrientes no sistema solo–planta visando boas práticas para uso eficiente de fertilizantes – Godofredo Cesar Vitti e Cristina F. Domeniconi
– El boro como nutriente esencial – Univerisdad Politécnica de Cartagena Colombia
– Best of Growing Edge – Samuel Faulkner – USA

– 
Adubação de Orquídeas – Marcus V. Locatell
– Adubos Orgânicos e Inorgânicos – Jennifer Fogaça
– Curso UFSC: Cultivo de orquídeas – Eng. Agr. Giorgini Venturieri
– Complete Guide to Orchids – Miracle-gro – USA
– Adubação de orquídeas – Iran H.D. Quadros
– 
Seaweed Fertilizer for Orchids – Judy Kilpatrick – Home guides / Demanda Media
– Do Orchids Like Potassium?
  – Ashley Mackenzie / Demand Media
– Manual prático de nutrição – Darly Machado de Campos
– Fertilizer Basics  – First Rays Orchids Website
– Everything You Need To Know About Orchid Fertilizer 
– Ryan Levesque

Pré-floração

Brassolaeliocattleya em fase adiantada de pré-floração